Vamos lá, fale. Diga. Alto e em bom tom: “Você nunca foi o que eu quis pra mim.”. Vai, manda ai. Eu acho que suporto, já suportei tanta coisa, não é isso que vai me matar. O que me mata é eu ainda ter a capacidade de sentir tudo isso e tudo aquilo por você. De ser louca, alucinada na tua voz. De querer a cada segundo te ter comigo e não suportar a ideia que não terei. Mas o fato de eu não ser o que você queria não me mata, eu também não queria o que eu sou.
Chicago, 1992. 
02 Outubro
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